Super Dicas! Conservação e Manutenção do Seu CarroQuem já não ficou retido em um alagamento? Antes de colocar o carro na água, verifique as condições e a distância a ser atravessada. Só cruze o local se o nível da água estiver abaixo da metade da roda. Mesmo assim é preciso muito cuidado. Engate a primeira marcha e mantenha aceleração constante, sem tirar o pé do acelerador, para a água não entrar no sistema de escapamento. Durante a travessia ande bem devagar. Se correr, há o risco da água ser lançada para dentro do cofre e gerar uma pane no sistema elétrico, fazendo o motor apagar. Outro risco mais sério: o bocal do filtro de ar pode sugar essa água para dentro dos cilindros e provocar um calço hidráulico, travando os pistões e danificando irremediavelmente o motor.
Copas de árvores se agitando de um lado para outro é sinal de ventos fortes. Reduza a velocidade na estrada e fique preparado para surpresas. Seu carro pode ser envolvido a qualquer momento por uma tempestade, chuva de grazino ou vendaval. No início, as gotas de chuva se misturam à poeira do asfalto e deixam o piso bastante escorregadio. Quando caírem os primeiros pingos de água acenda os faróis e acione os limpadores de pára-brisa. Se a tormenta se intensificar evite estacionar no acostamento. Procure um local seguro, como uma área de descanso para parar o carro. Atenção: os vendavais costumam jogar galhos na pista e provocar danos aos veículos.
Desenhados para escoar a água em contato com a banda de rodagem, os sulcos dos pneus devem manter uma profundidade mínima de 1,6mm. Abaixo dessa medida, passam a perder a aderência quando em contato com o chão molhado ou em condições de baixo atrito. Além disso, carros com pneus lisos estão sujeitos a multa na estrada. Alguns modelos de pneus vêm com indicador de desgaste, em geral uma marca gravada ou marca de tinta na borracha. Por isso, não se esqueça de fazer o rodízio de pneus a cada 10 mil km - para tornar o desgaste mais uniforme- e não hesite em trocá-los quando estiverem gastos.
Dirigir carro popular exige uma conduta diferente da usada em outros modelos. Com 1.000 cc, esses carrinhos exigem o uso excessivo do acelerador e frequentes reduções de marchas para acompanhar os demais veículos. Para extrair o máximo rendimento de um popular na estrada, mantenha sempre rotações elevadas, esticando bem todas as marchas. Atualmente, a maioria dos populares equipados com injeção eletrônica traz um dispositivo que corta a ignição/alimentação quando a rotação atinge seu limite, evitando danos ao motor.
Manter o pé na embreagem quando parar o carro em ponto morto, aumenta consideravelmente o desgaste no setor.
Quando ocorrer falha na "ventoinha do radiador do seu carro", o motor poderá ferver em poucos minutos. Se isto acontecer, é recomendável parar o carro, desligar o motor e não abrir a tampa do radiador até que este esteja frio.
Manter o câmbio engrenado ao descer ladeiras proporciona menor gasto de combustível, maior segurança e menor desgaste de freio.
Pulverizar o chassi do carro com óleo queimado ou de mamona estraga as borrachas de suspensão e as mangueiras, além de acumular poeira.
Dar a partida pisando no pedal da embreagem alivia o esforço do motor de arranque. Além disso, em caso da possível distração de tê-lo deixado engrenado, é possível evitar uma colisão acidental.
Logo pela manhã, o óleo ainda não circulou pelo motor do carro, dar a partida acelerando para esquentar o motor mais rapidamente provoca maior desgaste nas peças não lubrificadas.
Segundo a legislação, a profundidade dos sulcos (canais) dos pneus do carro deve ser de no mínimo 1.6 mm. Abaixo dessa medida há o risco de derrapagens e aquaplanagens.
Deixar o carro constantemente como o tanque vazio propicia o acúmulo de detritos, que fatalmente são despejados no carburador ou nos bicos injetores do motor.
A mistura de óleo sintético com óleo natural faz com que os mesmos percam viscosidade e não haja lubrificação do motor.
Em veículos com injeção eletrônica não adianta dar tranco que o carro não pega. Com a bateria fraca, a bomba de gasolina não consegue pressurizar o combustível nos bicos injetores. Para resolver o problema pode-se utilizar a famosa "chupeta", de acordo com a polaridade das baterias.